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Nossa Energia
A Casa Orgon é um espaço criado para acolher o trabalho de psicólogos, terapeutas e profissionais da saúde integrativa.
Cada detalhe foi planejado para oferecer ambientes que sustentem presença, cuidado e profissionalismo, sem excessos, mas com o essencial para que você se sinta bem em cada atendimento.
Nossa arquitetura foi elaborada em conjunto com as orientações da Geobiologia residencial, do Feng Shui e da Numerologia, favorecendo equilíbrio, concentração, cura e fluidez energética em cada um dos ambientes.
Aqui, estética e funcionalidade se encontram com suavidade, do silêncio da sala à luz que atravessa as janelas.


Harmonização dos ambientes
com Feng Shui
O Feng Shui é um estudo detalhado que analisa a disposição dos 5 tipos de energia (madeira, fogo, terra, metal e água), as cores e a circulação de energia (chi) para criar equilíbrio.
Cada elemento influencia áreas específicas da vida, como saúde, prosperidade e relacionamentos, enquanto as cores potencializam essas energia. Por essa razão, as cores e os materiais do mobiliário de cada ambiente são determinados de acordo com cálculos feitos para mitigar efeitos nocivos e potencia os efeitos energéticos positivos dos elementos.
O objetivo é atrair benefícios (como clareza mental e abundância) e evitar desarmonias (como estagnação ou conflitos), corrigindo fluxos negativos com espelhos, plantas ou ajustes na decoração. Tudo para transformar o ambiente em um aliado do bem-estar energético.
Mapeamento com
Geobiologia residencial
A Geobiologia (Arte Zahorí) é a ciência que estuda as influências energéticas do subsolo e do entorno sobre os espaços habitados, visando evitar pontos geopatogênicos, ou seja, áreas onde a exposição prolongada pode desencadear fadiga, irritação ou até doenças.
Em ambientes residenciais, seu foco principal é mapear e neutralizar fontes de distúrbios naturais, como:
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Pontos estrela: sobreposição de dois ou mais focos de radiações telúricas que criam zonas de tensão);
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Veios d’água subterrâneos: suas emissões vibratórias podem causar esgotamento físico e emocional;
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Falhas geológicas: liberam radiação natural capaz de comprometer a saúde a longo prazo, causando dores no corpo e fadiga.
O objetivo é identificar e evitar locais de repouso ou trabalho sobre essas zonas, priorizando áreas neutras para leitos, escritórios e espaços de permanência prolongada. O resultado? Um ambiente que protege e revitaliza, ao invés de vez de drenar energia.


Caixa Orgônica
A caixa orgônica (caixa de orgon) foi desenvolvida a partir dos estudos de Wilhelm Reich e funciona como um acumulador e transformador de orgon (energia vital primordial). Seu princípio baseia-se em camadas alternadas de materiais orgânicos (ex.: madeira, lã) e metálicos (ex.: palha de aço, alumínio), que atraem, concentram e dinamizam essa energia.
A Caixa opera com a captação de radiações ambientais (naturais e artificiais); acumula seus efeitos e torna-se capaz de irradiar essas energias acumuladas. Por isso prioriza-se os elementos naturais como o Sol e o vento, e a permanência da pessoa sentada em seu interior.
Essas energias acumuladas também geram um campo ao redor do ambiente. Utilizada de maneira adequada, fora de tempestades e radiações fluorescentes, é capaz de aumentar a vitalidade, reduzir fadigas e fortalecer o sistema imunológico; e também gerar uma atmosfera mais equilibrada.
Reich comprovou sua eficácia em processos de regulação biológica, descritos em seu livro A Biopatia do Câncer, sendo usada até hoje para promover bem-estar físico e energético.
Contexto de autorresponsabilização
Uma das principais tarefas que contribuem na construção de um espaço energético estável e seguro para as expressões emocionais é a capacidade de criar contextos intencionais que ativam campos de segurança e evolução.
Por isso, como valores, incentivamos e buscamos sustentar posturas como:
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a declaração clara de intenções que define os propósitos do que será feito no ambiente;
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a auto responsabilidade em observar expressões emocionais reativas e o que elas produzem no ambiente e no campo coletivo;
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a ancoragem em valores evolutivos, pela clareza das intenções, princípios e valores com os quais sequer trabalhar no ambiente, de modo a gerar um contêiner seguro para vulnerabilidade e crescimento e
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um espaço de diálogos claros, transparência e “papo reto”, para comunicações fora de espaços de drama (os papéis reativos de vítima, acusador e salvador).
Acreditamos que esses valores e compromissos, se divulgados como um contexto cultural, sejam capazes de construir um campo social coletivo, diminuir a prática de dramas inconscientes e gerar estabilidade, pois o ambiente passa a refletir a consciência e os compromissos compartilhados, não as reações automáticas.
O resultado é um campo energético alinhado com a maturidade humana, onde possíveis conflitos possam ser transformados em aprendizados e a presença coletiva tornar-se um acordo de cuidado e proteção.

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